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ADMINISTRADOR DO HOSPITAL PRESTA DEPOIMENTO À COMISSÃO PROCESSANTE

Wolney Aguilar informou que o Hospital recebeu doações de máscaras da Prefeitura de Leopoldina, no total de 7000 unidades, da Energisa e da Secretaria de Estado da Saúde.

A Comissão Processante que apura denúncias de possíveis irregularidades da Prefeitura de Leopoldina na aquisição de 20 mil máscaras para prevenção à Covid-19, sob dispensa de licitação, no valor de R$380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais), ouviu na manhã de hoje (21/07) mais uma testemunha elencada pela defesa do Chefe do Poder Executivo.

Numa oitiva que durou cerca de duas horas, Wolney Aguilar Silva, Administrador Hospitalar da Casa de Caridade Leopoldinense, foi questionado tanto pelos integrantes da Comissão – o presidente José Augusto Cabral, o relator Valdilúcio Malaquias e o secretário Antônio Carlos Martins Pimentel, quanto pela Procuradora do Município, Dra. Viviani César Correa.

Em seu depoimento, o Administrador Hospitalar explicou como são realizados os processos de compra de insumos e medicamentos no Hospital. Ele confirmou que recebeu doações de máscaras da Prefeitura de Leopoldina, no total de 7.000 unidades, bem como da Energisa e da Secretaria de Estado da Saúde.

Wolney Aguilar comentou que houve um período de desabastecimento, pois a oferta do produto ficou menor do que a demanda, provocando o aumento nos preços. Além disso, o depoente disse que não tinha conhecimento para comparar as máscaras adquiridas pelo Hospital e as máscaras doadas pela Prefeitura.

Também estavam previstos depoimentos do Procurador da República, Dr. Tarcísio Henriques Filho e do ex-Secretário de Estado da Saúde, Antônio Jorge de S. Marques, mas ambos não compareceram. A Comissão recebeu ofício do Sr. Tarcísio Henriques Filho solicitando o direito de testemunhar na cidade de Belo Horizonte, local de sua residência, em virtude do cenário de pandemia atualmente existente, que dificulta o deslocamento intermunicipal.

A Comissão acatou o pedido do procurador e deixou aberta a possibilidade de colher o depoimento através de videoconferência, sendo que a Procuradora do Município não colocou objeção, solicitando apenas que seja informada previamente da data da oitiva.

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